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	<title>Comentários em: Filmes XI &#8211; Into the Wild</title>
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		<title>Por: Samuel</title>
		<link>http://esconderijodopirilampo.wordpress.com/2008/12/01/filmes-xi-into-the-wild/#comment-70</link>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Dec 2008 18:57:05 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Nuno!

Acho muito interessante essa tua análise e acho que tocaste num conjunto de pontos extremamente importantes: 

1) A &quot;viagem&quot; pelas pessoas, que é também de uma beleza impressionante. É interessante ver que, talvez tirando o homem dos caminhos de ferro que lhe dá uma tareia, é quase impossível não simpatizar com as personagens que ele vai encontrando, mesmo o que vai preso por aldrabar caixas da televisão por cabo :). Todas elas emanam algo de bom e de positivo, apesar de muitas vezes se encontrarem em situações difíceis. E todas elas, como dizes, sentem uma afeição por McAndless e pela pureza e simplicidade dos seus princípios.

2) O facto de não ser ele que precisa de carinho, mas as pessoas com quem ele conviveu. Confesso que me tinha passado completamente ao lado a percepção desse pormenor! 
Agora que penso nisso, é verdade! A despedida do velho e a sua tentativa de o manter na sua vida é a derradeira e mais forte confirmação disso. Bem visto!

Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nuno!</p>
<p>Acho muito interessante essa tua análise e acho que tocaste num conjunto de pontos extremamente importantes: </p>
<p>1) A &#8220;viagem&#8221; pelas pessoas, que é também de uma beleza impressionante. É interessante ver que, talvez tirando o homem dos caminhos de ferro que lhe dá uma tareia, é quase impossível não simpatizar com as personagens que ele vai encontrando, mesmo o que vai preso por aldrabar caixas da televisão por cabo <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . Todas elas emanam algo de bom e de positivo, apesar de muitas vezes se encontrarem em situações difíceis. E todas elas, como dizes, sentem uma afeição por McAndless e pela pureza e simplicidade dos seus princípios.</p>
<p>2) O facto de não ser ele que precisa de carinho, mas as pessoas com quem ele conviveu. Confesso que me tinha passado completamente ao lado a percepção desse pormenor!<br />
Agora que penso nisso, é verdade! A despedida do velho e a sua tentativa de o manter na sua vida é a derradeira e mais forte confirmação disso. Bem visto!</p>
<p>Um abraço!</p>
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		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://esconderijodopirilampo.wordpress.com/2008/12/01/filmes-xi-into-the-wild/#comment-67</link>
		<dc:creator>Nuno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 10:00:51 +0000</pubDate>
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		<description>Já me apeteceu muitas vezes dizer também algo como &quot;I&#039;m going to Alaska!&quot; :) - aliás, cada vez apetece mais :).
Uma coisa que acho muito interessante na história de &quot;Alexander Supertramp&quot;, é o facto de ele fazer não só uma viagem por lugares, mas também por diferentes pessoas. É notória na história a simpatia sentida por aquele personagem que ainda tinha capacidade de sonhar e perseguir um sonho, considere-se esse sonho louco ou não. A admiração até, por aquela capacidade de tentar dar um significado a uma vida em que cada vez mais na perseguição de objectivos, muitos deles supérfluos, artificiais, impostos pela sociedade, nos perdemos sem nunca nos conseguirmos de facto encontrar, como se fossemos autómatos sem alma controlados por valores que afinal nunca foram nossos. Durante o filme recordei aquela que para mim é a melhor música dos Beatles (Eleanor Rigby) e a sua frase chave &quot;look at all the lonely people&quot;. Não era propriamente McCandless que precisava do afecto das pessoas com quem conviveu na sua aventura, mas claramente o contrário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já me apeteceu muitas vezes dizer também algo como &#8220;I&#8217;m going to Alaska!&#8221; <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  &#8211; aliás, cada vez apetece mais <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .<br />
Uma coisa que acho muito interessante na história de &#8220;Alexander Supertramp&#8221;, é o facto de ele fazer não só uma viagem por lugares, mas também por diferentes pessoas. É notória na história a simpatia sentida por aquele personagem que ainda tinha capacidade de sonhar e perseguir um sonho, considere-se esse sonho louco ou não. A admiração até, por aquela capacidade de tentar dar um significado a uma vida em que cada vez mais na perseguição de objectivos, muitos deles supérfluos, artificiais, impostos pela sociedade, nos perdemos sem nunca nos conseguirmos de facto encontrar, como se fossemos autómatos sem alma controlados por valores que afinal nunca foram nossos. Durante o filme recordei aquela que para mim é a melhor música dos Beatles (Eleanor Rigby) e a sua frase chave &#8220;look at all the lonely people&#8221;. Não era propriamente McCandless que precisava do afecto das pessoas com quem conviveu na sua aventura, mas claramente o contrário.</p>
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